Sildenafil 25 mg serve no tratamento da hipertensão arterial pulmonar

Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 24 de Março de 2026 A partir deste mês, os britânicos já podem comprar Viagra sem a necessidade de receita médica em farmácias do Reino Unido. As autoridades sanitárias britânicas anunciaram a decisão há alguns meses com a intenção de reduzir a venda ilegal do produto pela internet. O sildenafila, comercializado com o nome de Viagra pela farmacêutica Pfizer, pode ajudar os homens com disfunção erétil a manter uma ereção para ter uma relação sexual satisfatória. Mas como qualquer outra medicação, o Viagra pode trazer efeitos colaterais. Leia abaixo o que você deveria saber antes de comprar e provar as pílulas. Para a ereção dar certo, o sildenafil, o componente do Viagra, precisa aumentar o fluxo sanguíneo até o pênis. Esse mesmo composto, embora em menor quantidade, também é usado em remédios que combatem a hipertensão pulmonar. Segundo dados do NHS, o serviço de saúde do Reino Unido, ao menos dois terços dos homens que usam o medicamento dizem que ele funciona e provoca ereção. Em média, o remédio demora entre 30 e 60 minutos para fazer efeito em homens com disfunção erétil. Na bula do publicada no site da Anvisa, a empresa farmacêutica informa que um comprimido de 50 mg deve ser tomado em até uma hora antes da relação sexual. Já o serviço de saúde britânico afirma ser possível ter ereção ingerindo uma pílula até quatro horas antes. "De acordo com a eficácia e tolerabilidade, a dose pode ser aumentada para um máximo recomendado de 100 mg ou diminuído para 25 mg. A frequência máxima recomendada de Viagra é de uma vez ao dia", informa a Pfizer. Porém, tomar apenas o remédio não é garantia de sucesso. É necessário também estímulo sexual para que o medicamento funcione bem. Por outro lado, informa a instituição britânica, a ereção deve desaparecer com o fim da relação sexual. O Viagra é recomendado apenas para homens maiores de 18 anos que tenham impotência, ou seja, pessoas que não conseguem ter ou manter uma ereção. Os efeitos colaterais mais comuns são dores de cabeça, náuseas, ondas de calor e tontura, mas a maioria dos homens não sente nenhum problema. Como regra geral, o medicamento deve ser evitado por homens que têm falta de ar ou dor no peito ao fazer exercícios leves, como subir poucos lances de escadas. O sistema de saúde do Reino Unido e a Pfizer desaconselham o Viagra para as seguintes pessoas: - doentes graves do coração ou do fígado; - pacientes que tenham sofrido derrame há pouco tempo; - pacientes em tratamento com medicamentos que contenham qualquer forma de óxido nítrico, nitratos orgânicos ou nitritos orgânicos. É também recomendado consultar um médico antes de tomar o medicamento caso a pessoa esteja fazendo algum tratamento médico, ou tenha doenças como úlceras estomacais, hemofilia, leucemia ou anemia falciforme. Tomar sildenafil pode ser perigoso se o paciente também seguir um tratamento com medicamentos conhecidos como nitratos, normalmente prescritos para angina (dor no tórax), pois a combinação de ambos os componentes pode causar uma queda perigosa na pressão arterial. O composto também não combina bem com o Adempas, um remédio para hipertensão pulmonar, nem com drogas de uso recreativo que tenham nitrito de amilo (um vasodilatador), como as chamadas "poppers". Segundo o NHS, não há estudos conclusivos sobre efeitos colaterais caso haja mistura de sildenafil com drogas como cocaína ou LSD, mas o órgão não recomenda o uso das substâncias ao mesmo tempo. Por outro lado, o Viagra causa efeitos colaterais graves em menos de um a cada mil pacientes. Recomenda-se que o paciente pare de tomar Viagra e consultar um médico nos seguintes casos: - se tiver ereções prolongadas (mais de quatro horas) e às vezes dolorosas; - caso exista uma perda repentina de visão; - se houver uma reação cutânea grave, que pode ser acompanhada por febre, descamação da pele, inchaço e bolhas; Há remédios que funcionam de maneira similar ao Viagra, como Cialis. Também existe um medicamento vasodilatador chamado Alprostadil, que ajuda a estimular o fluxo sanguíneo até o pênis. Ele é vendido como injeção e supositório.

Contexto de mercado e enquadramento em Portugal

Os dados de uma mulher a amamentar indicam que o sildenafil e o seu metabólito ativo, o N-desmetilsildenafil, são excretados no leite materno em níveis muito baixos. Não existem dados clínicos disponíveis sobre acontecimentos adversos em lactentes, mas não será de esperar que as quantidades ingeridas causem quaisquer efeitos adversos. Os médicos prescritores devem avaliar cuidadosamente a necessidade clínica da mãe tomar sildenafil e quaisquer potenciais efeitos adversos no lactente a ser amamentado. Sildenafil tem efeitos moderados na capacidade de conduzir e utilizar máquinas. Atendendo a que foram descritas tonturas e perturbações da visão em ensaios clínicos efectuados com sildenafil, os doentes devem ter conhecimento do modo como Sildenafil os poderá afetar antes de conduzirem ou utilizarem máquinas. É recomendado uma consulta médica antes desse tratamento. Por outro lado, há disfunções de ereção causadas por problemas endócrinos que podem ser tratados com hormônios masculinos injetáveis. O sildenafil é um medicamento usado principalmente para tratar a disfunção erétil (DE) em homens e a hipertensão arterial pulmonar (HAP) em homens e mulheres. O sildenafil (como Revatio) é aprovado pelo FDA para o tratamento da HAP em adultos e crianças a partir de 1 ano de idade. Pertence a uma classe de medicamentos conhecidos como inibidores da fosfodiesterase tipo 5 (PDE5). O sildenafil atua aumentando o fluxo sanguíneo para áreas específicas do corpo, facilitando a obtenção e a manutenção da ereção durante a atividade sexual. Foi originalmente desenvolvido para tratar doenças cardíacas, mas desde então ganhou popularidade por sua eficácia no tratamento da DE. Disfunção erétil (DE): O uso mais comum do sildenafil é para ajudar homens com disfunção erétil a obter e manter uma ereção quando sexualmente estimulados. Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP): O sildenafil também é usado para tratar a hipertensão arterial pulmonar (HAP), uma condição caracterizada pela pressão alta nos vasos sanguíneos que irrigam os pulmões. Ele melhora a capacidade de exercício, a classe funcional da OMS e retarda a piora clínica. Ajuda a melhorar a capacidade de exercício e a reduzir os sintomas associados a essa condição. Em termos simples, quando um homem está sexualmente excitado, o corpo libera uma substância química chamada óxido nítrico, que ajuda a relaxar os vasos sanguíneos do pênis.

Como usar de forma prática

Interacções: A utilização concomitante de sildenafil com Nirmatrelvir/Ritonavir é contraindicada. Interacções: A coadministração com atazanavir pode resultar em concentrações aumentadas do inibidor PDE5 e num aumento dos acontecimentos adversos associados ao inibidor PDE5. O mecanismo da interação é a inibição CYP3A4 por atazanavir e/ou ritonavir. Não foi estabelecida uma dose segura e eficaz para o sildenafil em associação com atazanavir, quando utilizado para tratar a hipertensão arterial pulmonar. O sildenafil é contraindicado quando utilizado para o tratamento da hipertensão arterial pulmonar. Esse relaxamento permite um aumento do fluxo sanguíneo, levando à ereção. A PDE5 degrada outra substância química chamada guanosina monofosfato cíclico (cGMP), responsável por manter a ereção. Ao bloquear a PDE5, o sildenafil ajuda a manter os níveis de cGMP elevados, permitindo um melhor fluxo sanguíneo e uma ereção mais forte. O sildenafil geralmente está disponível em comprimidos e é administrado por via oral. A dosagem padrão para adultos com disfunção erétil é: Dose inicial: Tomar 50 mg aproximadamente uma hora antes da atividade sexual.

Quantos comprimidos contém uma embalagem de Sildenafil?

Não se observou uma tendência dependente da dose com doses diferentes de sildenafil. A administração concomitante não foi associada a um efeito clinicamente relevante na exposição (AUC e Cmax) de qualquer dos medicamentos. A utilização concomitante de vericiguat e inibidores da PDE5, tais como sildenafil, não foi estudada em doentes com insuficiência cardíaca, não sendo, por isso, recomendada devido ao possível aumento do risco de hipotensão sintomática. Interacções: Pode interagir com sildenafil usado para tratar a disfunção erétil masculina. Interacções: O uso de nitrito de amila não é recomendado com Sildenafil. Ajuste de dosagem: Dependendo da eficácia e da tolerância, a dose pode ser aumentada para 100 mg ou diminuída para 25 mg. A frequência máxima recomendada é de uma vez ao dia. Para hipertensão arterial pulmonar, a dose inicial usual é de 20 mg três vezes ao dia (equivalente a 5 mg três vezes ao dia para suspensão oral em pediatria), com ajustes até 80 mg três vezes ao dia com base na resposta e tolerância. Assim como todos os medicamentos, o sildenafil pode causar efeitos colaterais. Rubor (calor, vermelhidão ou sensação de formigamento) Distúrbios visuais (como alterações na visão de cores, visão anormal (tonalidade azul)) Sintomas de ataque cardíaco (dor no peito, falta de ar) Caso ocorra algum efeito colateral grave, procure atendimento médico imediatamente. O sildenafil pode interagir com diversos medicamentos e substâncias, incluindo: Nitratos: Comumente usados para dor no peito, os nitratos podem causar uma queda perigosa na pressão arterial quando tomados com sildenafil.

Qual é o efeito do Sildenafil no organismo?

Interacções: Não recomendada devido a um risco aumentados de acontecimentos adversos. Não existem dados da utilização de sildenafil em mulheres grávidas. Estudos em animais não evidenciaram efeitos nefastos directos ou indirectos na gravidez e no desenvolvimento embrionário/fetal. Devido à ausência de dados, o Sildenafil não deve ser administrado a mulheres grávidas, excepto quando estritamente necessário. Não existem estudos adequados e bem controlados em mulheres a amamentar. Alfa-bloqueadores: Utilizados para tratar pressão alta ou problemas de próstata, esses medicamentos também podem causar hipotensão quando combinados com sildenafil. Outros inibidores da PDE5: Tomar vários inibidores da PDE5 simultaneamente pode aumentar o risco de efeitos colaterais.



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Dr. med. Fabienne Gretener

Werdegang

Januar 2024 bis heute
Oberärztin SenoMed AG
Schwerpunktsweiterbildung gynäkologische Senologia

März 2023 – Dezember 2023
Oberärztin, SenoMed AG Bern 20%

Januar 2023 – November 2023
Assistenzärztin Psychiatrie, Klinik Meissenberg Zug

Januar 2021 – November 2022
Assistenzärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Bürgerspital Solothurn

November 2019 – Oktober 2020
Assistenzärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Kantonsspital Aarau

Januar 2017 – Juli 2019
Assistenzärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Kantonsspital Olten

Paul Laszlo Bernhard

Werdegang

Jan 2024 bis heute
Facharzt SenoMed AG – Brustzentrum Bern Biel

Aug 2019 – Dez 2023
Oberarzt Frauenklinik und Brustzentrum Bürgerspital, Solothurn, Schwerpunktweiterbildung operative Ginecologia und Geburtshilfe sowie Senologia

Mai 2019 Facharzttitel Ginecologia & Geburtshilfe

Apr 2016 – Jul 2019
Arzt in Weiterbildung, Inselspital Bern, Universitätsklinik für Frauenheilkunde

Dez 2014 – Apr 2016
Arzt in Weiterbildung, Kantonsspital Baden

Sep 2012 – Sep 2014
Arzt in Weiterbildung, Universitätsklinikum Carl Gustav Carus, Dresden

Feb 2012 – Sep 2012
Arzt in Weiterbildung, Universitätsfrauenklinik Leipzig

Nov 2011 Approbation zum Arzt

2005 – 2011
Studium der Humanmedizin an der Charité, Universitätsmedizin Berlin

Dr. med. Patrizia Sager

Werdegang

Okt 2023 bis heute
Leiterin Weiterbildungsstätte gynäkologische Senologia

Feb 2018 – bis heute
Leiterin Brustzentrum Bern Biel
Clínicainhaberin SenoMed AG

Nov 2017 – bis heute
Belegärztin Salem-Spital Bern

Jan 2013 – Okt 2017
Leitung Senologia Brustzentrum Frauenklinik Universitätsspital Insel, Bern

Jan 2012 – Dez 2012
Oberärztin Ginecologia / Geburtshilfe, Frauenklinik Universitätsspital Insel, Bern

Nov 2010 – Dez 2011
Leitende Ärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Frauenklinik Rheinfelden (DE)

Nov 2009 – Okt 2010
Oberärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Kantonsspital Liestal

Jan 2009 – Okt 2009
Oberärztin i.V. Ginecologia und Geburtshilfe, Regionalspital Interlaken

Jun 2008 – Dez 2008
Assistenzärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Regionalspital Interlaken

Aug 2007 – Mai 2008
Assistenzärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Universitätsspital Zürich

Feb 2007 – Jun 2007
Oberärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Universitätsspital Groote Schuur, Kapstadt, Südafrika

Jan 2004 – Dez 2006
Assistenzärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Regionalspital Thun

Jan 2003 – Dez 2003
Assistenzärztin Chirurgie und Orthopädie, Regionalspital Thun

Schulen, Studium & Diplome

2023
Schwerpunkt gynäkologische Senologia

2014
Diplom Senologia SGGG

2013
Diplom Senologia: European Academy of Senology

2010
FMH Ginecologia und Geburtshilfe inkl. Schwerpunkt operative Ginecologia

2003
Promotion

2002
Staatsexamen in Humanmedizin

1996 – 2002
Humanmedizinstudium Universitätsspital Basel

Mitglied- und Partnerschaften

  • Schweizerische Gesellschaft für Ginecologia und Geburtshilfe SGGG
  • Schweizerische Gesellschaft für Senologia SGS
  • Mitglieder Arbeitsgemeinschaft Gynäkologische Onkologie AGO, Schweiz
  • European Academy of Senology EAoS
  • SAKK Project-Group breast cancer
  • Schweizerische Gesellschaft für Ultraschall in der Medizin SGUM
  • Verbindung der Schweizer Ärzte und Ärztinnen FMH
  • Society of women in senology SWIS
  • Vorstandsmitglied Ärztenetzwerk Bern