Viagra aumenta o desejo sexual feminino? Conheça o perfil de mulheres que começa a receber a medicação off-label para libido

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Agora, a FDA seguiu as recomendações de um comité consultivo de peritos que voltou em junho a recomendar a comercialização do medicamento.

Cientistas alertam para possíveis consequências mortais da ‘vida espelhada’

Está no departamento de Medicina, focada em áreas ligadas à sexualidade feminina, mas agora como estatística. "Eu brinco que ninguém precisa de um sexólogo, mas todo mundo precisa de um estatístico…" Depois de trabalhar com a pesquisa do viagra, Boolell se afastou dos testes clínicos relacionados à sexualidade. Passou por outras farmacêuticas na Suíça, França e Estados Unidos, mas em setores ligados às cardiopatias e à diabetes, suas áreas de expertise. No fim da conversa por telefone, a reportagem pergunta se ele acha que uma droga vai algum dia resolver os problemas sexuais das mulheres. "Seria triste se fosse uma pílula, né?

Qual o efeito do flibanserin?

Acho que somos mais do que isso." "As pessoas hoje querem uma pílula para tudo - para perder peso, resolver seus problemas sexuais. Mas o corpo é muito mais do que isso. Nós somos resultado de milhões de anos de evolução. O corpo humano é uma máquina incrível - e acreditar que uma pílula pode resolver todos os problemas é uma visão acanhada." Sabia que a BBC está também no Telegram? Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube?

3. DHEA

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Produto Dosagem Quantidade + Bónus Preço
Viagra Genérico150mg270 + 10 comprimidos326.61€ 311.06€
Viagra Genérico25mg90 + 6 comprimidos105.03€ 100.03€
Viagra Professional100mg30 comprimidos88.92€ 84.69€
Viagra Genérico150mg120 + 8 comprimidos177.58€ 169.12€
Viagra Genérico100mg10 comprimidos28.91€ 27.53€
Viagra Super Active100mg30 + 6 comprimidos64.09€ 61.04€
Viagra Soft Tabs100mg270 + 10 comprimidos419.95€ 399.95€
Viagra Professional100mg60 + 2 comprimidos146.74€ 139.75€
Viagra Genérico25mg270 + 8 comprimidos184.26€ 175.49€
Viagra Genérico100mg60 + 4 comprimidos96.36€ 91.77€

A busca pelo viagra feminino tem despertado grande curiosidade, mas será que existe realmente uma solução para a diminuição do apetite sexual feminino?

Não é uma solução para todos

A agência que regulamenta alimentos e medicamentos nos Estados Unidos, a Food and Drugs Administration (FDA), aprovou, esta terça-feira, um medicamento conhecido como o "viagra feminino". O medicamento flibanserin tem o objetivo de tratar a falta de desejo sexual nas mulheres. O "viagra feminino" é o primeiro medicamento destinado a aumentar a libido da mulher. A comissão da Administração de Medicamentos e Alimentos (FDA) debateu por várias vezes a viabilização do fármaco. Duas tentativas anteriores (em 2010 e 2013) fracassaram depois de os especialistas terem considerado que os resultados sobre a efetividade do medicamento não eram convincentes. Corria o ano de 2015, quando a agência norte-americana Food and Drug Administration (FDA), deu aval à comercialização do primeiro medicamento, com o nome comercial de Addyi, que visava combater a diminuição do desejo sexual feminino.

  • Existem suplementos alimentares vendidos em Portugal que prometem aumentar o desejo sexual feminino, mas sem eficácia comprovada.
  • Algumas farmácias portuguesas vendem cremes ou géis de aplicação local com efeito vasodilatador ligeiro.
  • Estes produtos tópicos podem aumentar a sensibilidade local, mas não tratam a falta de desejo sexual.
  • A maioria dos suplementos para a libido feminina contém ingredientes como maca peruana, ginseng ou tribulus terrestris.
  • Nenhum suplemento alimentar é regulado como medicamento, pelo que a sua segurança e eficácia não são garantidas pelo Infarmed.

Este medicamento tem sido comercializado desde então nos Estados Unidos da América, com necessidade de receita médica, especialmente dirigido às mulheres que estão a entrar na menopausa.

  • Em Portugal, não existe um medicamento aprovado pelo Infarmed equivalente ao Viagra masculino para uso feminino.
  • O termo "Viagra feminino" é frequentemente usado para descrever medicamentos que tratam a Perturbação do Desejo Sexual Hipoativo (PDSH) em mulheres.
  • A flibanserina (Afil) foi aprovada nos Estados Unidos para tratar o desejo sexual baixo, mas não está disponível no mercado português.
  • Outro fármaco, a bremelanotida (Vyleesi), é uma injecção usada antes da relação sexual, mas também não está autorizada em Portugal.

Promete melhorar o desejo sexual, assumindo-se como uma espécie de viagra feminino.

Queda de cabelo em mulheres: como parar

A ginecologista especializada em sexualidade Nathalie Raibolt explica por que é mais complicado produzir um remédio que cure a falta de libido nas mulheres do que em homens. Leia mais sobre sexualidade: Novo 'Viagra feminino' é liberado nos EUA É comum mulheres irem ao consultório médico reclamarem de queda na libido? É uma queixa frequente das mulheres, mesmo antes da menopausa. A gente conhece uma alteração mais frequente pós-menopausa, mas essa queixa é frequente também na pré-menopausa. O Vyleesi foi idealizado, inicialmente, como um antidepressivo.

2. Testosterona

Por que um medicamento para o cérebro acabou se tornando um remédio para a libido? A libido envolve a produção de neurotransmissores que funcionam onde esse medicamento atua. A resposta sexual feminina não é dependente apenas dos hormônios, mas também de fatores psicológicos, biológicos e sociais. Por isso aainda se vê a diminuição do desejo, mesmo quando a mulher toma o remédio. Essa queda do desejo também tem a ver com o emocional.

“As mulheres sofrem bastante com a falta de libido, e praticamente em silêncio, por uma condição estigmatizada”

O que não quer dizer que seja fruto de uma depressão. Outras versões de Viagra feminino não venderam tão bem quanto o masculino. Acho que as mulheres estão interessadas, mas a fisiologia da resposta feminina impede uma medicação que aja de forma tão direta como o medicamento voltado para o paciente masculino. O Viagra masculino age como um vasodilatador no pênis, por isso ele possibilita a ereção sem depender do psicológico do homem. Esse substancia viagra mecanismo, na mulher, não é tão simples assim. No entanto, ao contrário do que acontece no viagra masculino, este medicamento funciona de forma distinta e há a necessidade de ser tomado diariamente, de forma a equilibrar determinados neurotransmissores cerebrais que têm um importante papel ao nível do desejo e da motivação sexual.

Nome comercial Substância ativa Indicação terapêutica Ano de aprovação na UE
Addyi Flibanserina Transtorno do desejo sexual hipoativo em mulheres na pré-menopausa 2015
Vyleesi Bremelanotida Transtorno do desejo sexual hipoativo em mulheres na pré-menopausa 2019
Intrinsa Testosterona transdérmica Disfunção sexual em mulheres com menopausa cirúrgica 2006
Ovestin Estriol tópico Atrofia vaginal e secura associada à menopausa 1978

A aprovação deste medicamento não está isenta de polémica e discussão.

  • O termo "Viagra feminino" é enganador porque o Viagra actua no fluxo sanguíneo do pénis, um mecanismo diferente da resposta feminina.
  • Estudos com sildenafil (princípio activo do Viagra) em mulheres mostraram resultados limitados e inconsistentes.
  • Apenas em casos muito específicos de disfunção sexual relacionada com a circulação sanguínea o sildenafil pode ser útil.
  • Nenhum médico português prescreverá Viagra a uma mulher para uso off-label sem uma avaliação cuidadosa.

Inicialmente ,foi desenvolvido como antidepressivo, contudo, quando a sua eficácia não foi comprovada acabou por ser descontinuado.

  • Mudanças no estilo de vida, como a prática regular de exercício físico, melhoram a circulação e a auto-estima.
  • Uma alimentação equilibrada, rica em ácidos gordos ómega-3 e zinco, pode contribuir para o equilíbrio hormonal.
  • Massagens e banhos relaxantes ajudam a criar um ambiente propício à intimidade e ao desejo.
  • Ler livros eróticos ou explorar a sexualidade de forma individual pode reavivar o interesse sexual.
  • O mais importante é reconhecer que a falta de desejo é um problema comum e que existem soluções adaptadas a cada mulher.

Posteriormente, voltou a ser novamente estudado, com o objetivo de intervir ao nível da diminuição do desejo sexual feminino. Após alguns chumbos devido aos efeitos secundários que apresenta (tonturas, náuseas, sonolência e diminuição da pressão arterial), a sua comercialização acabou por ser aprovada mas os seus efeitos positivos não se fizeram sentir exponencialmente nas mulheres, ao contrário do que seria de esperar (alguns estudos referem que apenas 8 a 13% das mulheres que participaram no estudo sentiram melhorias no desejo sexual).

Viagra masculino: uma descoberta acidental

Por isso não temos medicação que seja tão assertiva. Esse novo remédio feminino é uma promessa de uma solução. Ele vai resolver o problema de algumas mulheres, mas não vai resolver o problema social nem o hormonal. Farmacologicamente falando, alcançar a libido feminina é mais complexo. Na ausência de um remédio, quais as indicações que a senhora faz quando as pacientes a procuram por problemas de libido?

4. Tribulus terrestris

Existe menos conhecimento desse processo (da excitação feminina). As pessoas conhecem poucos mecanismos de como levar o seu corpo a ter prazer. Talvez tenha um tabu, que leva à inibição. No consultório, primeiro, fazemos uma avaliação médica para entender se há algum fator orgânico ou clínico. Depois, investigamos se a mulher toma medicações ou antidepressivos que podem estar atuando na queda do desejo sexual.

5. Maca peruana

Quando há um problema relacional grave, a gente não consegue resposta no desejo. Queremos abrir a cabeça das mulheres e ver o que está atuando naquela falta de desejo. Ou seja, a resolução das mulheres é holística enquanto a dos homens é direta e biológica, sem resolver questões psicológicas. A gente observa que eles têm a ereção, mas a ansiedade e as questões emocionais que levaram à queda da libido permanecem. E elas são mais difíceis de serem vencida pelos homens, porque eles também sofrem com a necessidade de desempenho. Tendo em conta estes dados, a existência e a pertinência de um viagra feminino tem gerado muita controvérsia e discussão na comunidade científica.

A busca pela 'pílula rosa'

Uma das cientistas que introduziu esse conceito no início dos anos 2000 foi a canadense Rosemary Basson. A pesquisadora também é autora da ideia da resposta sexual cíclica, que questiona o esquema da resposta sexual feminina como algo direto e linear - desejo, excitação, orgasmo e resolução. Para Basson - e uma legião de cientistas hoje -, as coisas não são tão simples assim. O modelo linear tradicional, que vem de estudos das décadas de 60 e 70, ignora o que ela descreve como "componentes importantes da satisfação da mulher: confiança, intimidade, respeito, comunicação, afeto e prazer pelo toque". Segundo ela, a resposta sexual das mulheres pode ser linear - quando não têm parceiro fixo, no início de um relacionamento, por exemplo.

1. Flibanserin

Já mulheres em relacionamentos mais longos tendem a experimentar a resposta sexual cíclica, em que desejo e excitação são etapas de um processo que se retroalimenta e também envolve intimidade emocional e estímulos sexuais psicológicos. Essa discussão é importante não apenas para entender melhor as mulheres, mas para saber diferenciar o que são problemas que de fato precisam de tratamento e o que é da natureza da sexualidade feminina. Lori Brotto, diretora do Laboratório de Saúde Sexual da Universidade da Colúmbia Britânica, vem estudando o uso de mindfulness (atenção plena) para tratar mulheres com baixa libido, com resultados bastante positivos. Por meio da prática, ela conta, as mulheres conseguiram ganhar mais consciência das mudanças físicas que acontecem antes e durante a atividade sexual - a vasocongestão ou as sensações parecidas com "formigamento" típicas da excitação -, o que pode lhes ajudar a aumentar ou manter o desejo sexual subjetivo. "Vimos que o mindfulness também atua sobre a miríade de pensamentos negativos que as mulheres com problemas sexuais têm de si mesmas, reduz o nível de autocrítica e aumenta a autocompaixão." Prause acredita que, a essa altura, a indústria farmacêutica tenha desistido de procurar uma pílula que resolva os problemas sexuais das mulheres.

Flibanserin é o mesmo que Viagra?

"O que tenho visto são startups tocadas individualmente por alguns cientistas com ideias mais inovadoras." A sua startup, a Liberos, ainda realiza pesquisas, mas recentemente a cientista voltou à UCLA. Da última vez em que esteve ligada à universidade, em meados dos anos 2010, ela começou a enfrentar dificuldade para continuar seus experimentos em psicofisiologia sexual quando um "senhor" que tinha bastante poder sobre a política de financiamento de pesquisa na instituição "parecia realmente incomodado" com o que ela se propunha a investigar. "Eu sempre amei a universidade, a ideia de ser cientista, de descobrir conhecimento - isso sempre teve mais apelo pra mim do que o mercado. Ele se aposentou, eu voltei", ela conta. Desta vez, ela tentou se colocar numa posição que considera mais segura.

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Dr. med. Fabienne Gretener

Werdegang

Januar 2024 bis heute
Oberärztin SenoMed AG
Schwerpunktsweiterbildung gynäkologische Senologia

März 2023 – Dezember 2023
Oberärztin, SenoMed AG Bern 20%

Januar 2023 – November 2023
Assistenzärztin Psychiatrie, Klinik Meissenberg Zug

Januar 2021 – November 2022
Assistenzärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Bürgerspital Solothurn

November 2019 – Oktober 2020
Assistenzärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Kantonsspital Aarau

Januar 2017 – Juli 2019
Assistenzärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Kantonsspital Olten

Paul Laszlo Bernhard

Werdegang

Jan 2024 bis heute
Facharzt SenoMed AG – Brustzentrum Bern Biel

Aug 2019 – Dez 2023
Oberarzt Frauenklinik und Brustzentrum Bürgerspital, Solothurn, Schwerpunktweiterbildung operative Ginecologia und Geburtshilfe sowie Senologia

Mai 2019 Facharzttitel Ginecologia & Geburtshilfe

Apr 2016 – Jul 2019
Arzt in Weiterbildung, Inselspital Bern, Universitätsklinik für Frauenheilkunde

Dez 2014 – Apr 2016
Arzt in Weiterbildung, Kantonsspital Baden

Sep 2012 – Sep 2014
Arzt in Weiterbildung, Universitätsklinikum Carl Gustav Carus, Dresden

Feb 2012 – Sep 2012
Arzt in Weiterbildung, Universitätsfrauenklinik Leipzig

Nov 2011 Approbation zum Arzt

2005 – 2011
Studium der Humanmedizin an der Charité, Universitätsmedizin Berlin

Dr. med. Patrizia Sager

Werdegang

Okt 2023 bis heute
Leiterin Weiterbildungsstätte gynäkologische Senologia

Feb 2018 – bis heute
Leiterin Brustzentrum Bern Biel
Clínicainhaberin SenoMed AG

Nov 2017 – bis heute
Belegärztin Salem-Spital Bern

Jan 2013 – Okt 2017
Leitung Senologia Brustzentrum Frauenklinik Universitätsspital Insel, Bern

Jan 2012 – Dez 2012
Oberärztin Ginecologia / Geburtshilfe, Frauenklinik Universitätsspital Insel, Bern

Nov 2010 – Dez 2011
Leitende Ärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Frauenklinik Rheinfelden (DE)

Nov 2009 – Okt 2010
Oberärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Kantonsspital Liestal

Jan 2009 – Okt 2009
Oberärztin i.V. Ginecologia und Geburtshilfe, Regionalspital Interlaken

Jun 2008 – Dez 2008
Assistenzärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Regionalspital Interlaken

Aug 2007 – Mai 2008
Assistenzärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Universitätsspital Zürich

Feb 2007 – Jun 2007
Oberärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Universitätsspital Groote Schuur, Kapstadt, Südafrika

Jan 2004 – Dez 2006
Assistenzärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Regionalspital Thun

Jan 2003 – Dez 2003
Assistenzärztin Chirurgie und Orthopädie, Regionalspital Thun

Schulen, Studium & Diplome

2023
Schwerpunkt gynäkologische Senologia

2014
Diplom Senologia SGGG

2013
Diplom Senologia: European Academy of Senology

2010
FMH Ginecologia und Geburtshilfe inkl. Schwerpunkt operative Ginecologia

2003
Promotion

2002
Staatsexamen in Humanmedizin

1996 – 2002
Humanmedizinstudium Universitätsspital Basel

Mitglied- und Partnerschaften

  • Schweizerische Gesellschaft für Ginecologia und Geburtshilfe SGGG
  • Schweizerische Gesellschaft für Senologia SGS
  • Mitglieder Arbeitsgemeinschaft Gynäkologische Onkologie AGO, Schweiz
  • European Academy of Senology EAoS
  • SAKK Project-Group breast cancer
  • Schweizerische Gesellschaft für Ultraschall in der Medizin SGUM
  • Verbindung der Schweizer Ärzte und Ärztinnen FMH
  • Society of women in senology SWIS
  • Vorstandsmitglied Ärztenetzwerk Bern