Eles ressaltam que, além de se especificar as contraindicações na bula, é necessário orientar os médicos e continuar os estudos, mesmo após a comercialização.

Aspecto Disfunção feminina Disfunção masculina Impacto do viagra tradicional
Mecanismo principal Falta de excitação subjectiva e lubrificação Falha na ereção peniana Atua no fluxo sanguíneo peniano, sem efeito direto no desejo feminino
Origem mais comum Psicológica, hormonal ou relacional Vascular ou neurológica Não trata causas psicológicas femininas
Resposta a fármacos vasodilatadores Limitada e variável Elevada em muitos casos Resultados inconsistentes na mulher
Foco do tratamento Desejo, excitação e dor Ereção e manutenção Não abrange dor ou desejo

A recomendação favorável ao flibanserin acontece após meses de pressão do fabricante desse tratamento, destinado a mulheres que não chegaram à menopausa, mas apresentam baixo desejo sexual. O caso provocou polêmica, e grupos feministas lançaram abaixo-assinados pela aprovação do medicamento.

Se não uma pílula, o que então?

A FDA (em inglês), agência que regula o setor de remédios e alimentos nos Estados Unidos, já havia rejeitado esse medicamento duas vezes, alegando que sua eficácia foi muito modesta em comparação ao placebo. Embora a agência não seja obrigada a seguir os conselhos do painel, costuma fazê-lo com frequência. Agora, a comissão de especialistas votou, por 18 a 6, a favor da entrada do “viagra feminino”, do laboratório americano Sprout Pharmaceuticals, no mercado. Entre as preocupações dos que votaram contra, estão as interações negativas com o álcool, os riscos de desmaio, sonolência, pressão baixa, enjoos e a ausência de dados sobre os efeitos do uso do medicamento em longo prazo. A maioria afirmou, porém, que a aprovação do flibanserin dará pela primeira vez uma alternativa às mulheres com baixo interesse sexual. Em um deles, o grupo Even The Score acusou a FDA de sexismo por ter rejeitado o flibanserin duas vezes, enquanto o Viagra já era vendido desde 1998 para tratar a disfunção sexual masculina.

Produto Dosagem Quantidade + Bónus Preço
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Em 2010, a FDA rejeitou uma primeira solicitação.

  • O sildenafil atua inibindo a enzima PDE5, que degrada o GMP cíclico, prolongando a vasodilatação no tecido erétil e no clítoris.
  • O clítoris possui tecido erétil semelhante ao do pénis, pelo que o sildenafil pode aumentar a sua congestão em algumas mulheres.
  • Contudo, a congestão clitoriana não garante maior prazer, orgasmo ou desejo, ao contrário do que se poderia supor.
  • Em mulheres com lesão medular, o sildenafil mostrou algum efeito na resposta genital, mas sem melhoria subjetiva consistente.
  • Os efeitos do sildenafil na circulação pélvica feminina são menos estudados do que nos homens.
  • A variabilidade hormonal ao longo do ciclo menstrual pode influenciar a resposta ao fármaco.
  • Não há dados que sustentem o uso recreativo de Viagra por mulheres para aumentar o prazer sexual.

Logo depois, o flibanserin foi vendido por seu desenvolvedor inicial, o laboratório alemão Boehringer Ingelheim, para o Sprout Pharmaceuticals. Após levar em consideração várias deficiências apontadas pela FDA, o Sprout apresentou uma nova fórmula em 2013, novamente rejeitada.

Possíveis efeitos colaterais

A comissão da Administração de Medicamentos e Alimentos (FDA) debateu por várias vezes a viabilização do fármaco. Duas tentativas anteriores (em 2010 e 2013) fracassaram depois de os especialistas terem considerado que os resultados sobre a efetividade do medicamento não eram convincentes. Agora, a FDA seguiu as recomendações de um comité consultivo de peritos que voltou em junho a recomendar a comercialização do medicamento. As mulheres que tomaram Flibanserin relataram, em média, 4,4 encontros sexuais satisfatórios por mês, contra 3,7 das que tomaram um placebo (medicamento ministrado com fins sugestivos). Um painel de especialistas recomendou aos reguladores americanos a aprovação do flibanserin, a primeira droga para estimular a libido feminina, desde que medidas adicionais sejam tomadas para garantir a segurança da medicação. Na época, a agência americana alegou que a reduzida diferença de eficácia do flibanserin com o placebo não justificava os riscos implícitos no consumo do medicamento.

  • Alguns médicos em Portugal prescrevem sildenafil a mulheres em situações muito específicas, como efeito secundário de antidepressivos ISRS.
  • Os ISRS podem causar anorgasmia e redução da excitação; o sildenafil foi testado como adjuvante com resultados mistos.
  • Não existem recomendações oficiais portuguesas que apoiem o uso rotineiro de sildenafil na disfunção sexual feminina.
  • O uso off-label deve ser registado no processo clínico e requer consentimento informado da doente.
  • As farmácias portuguesas dispensam sildenafil apenas mediante receita médica, mesmo para homens.
  • Qualquer mulher que considere tomar Viagra deve primeiro excluir causas orgânicas tratáveis, como hipotiroidismo ou hiperprolactinemia.
  • O rastreio de violência doméstica e problemas conjugais faz parte da avaliação da disfunção sexual feminina.

Nessa terceira tentativa, o Sprout Pharmaceuticals apresentou novos dados, incluindo um estudo que mostra que esse remédio não afeta a capacidade das mulheres para dirigir um automóvel, por exemplo.

A busca pela 'pílula rosa'

Para Basson - e uma legião de cientistas hoje -, as coisas não são tão simples assim. O modelo linear tradicional, que vem de estudos das décadas de 60 e 70, ignora o que ela descreve como "componentes importantes da satisfação da mulher: confiança, intimidade, respeito, comunicação, afeto e prazer pelo toque". Segundo ela, a resposta sexual das mulheres pode ser linear - quando não têm parceiro fixo, no início de um relacionamento, por exemplo. Já mulheres em relacionamentos mais longos tendem a experimentar a resposta sexual cíclica, em que desejo e excitação são etapas de um processo que se retroalimenta e também envolve intimidade emocional e estímulos sexuais psicológicos. Essa discussão é importante não apenas para entender melhor as mulheres, mas para saber diferenciar o que são problemas que de fato precisam de tratamento e o que é da natureza da sexualidade feminina.

Flibanserin é o mesmo que Viagra?

Lori Brotto, diretora do Laboratório de Saúde Sexual da Universidade da Colúmbia Britânica, vem estudando o uso de mindfulness (atenção plena) para tratar mulheres com baixa libido, com resultados bastante positivos. Por meio da prática, ela conta, as mulheres conseguiram ganhar mais consciência das mudanças físicas que acontecem antes e durante a atividade sexual - a vasocongestão ou as sensações parecidas com "formigamento" típicas da excitação -, o que pode lhes ajudar a aumentar ou manter o desejo sexual subjetivo. "Vimos que o mindfulness também atua sobre a miríade de pensamentos negativos que as mulheres com problemas sexuais têm de si mesmas, reduz o nível de autocrítica e aumenta a autocompaixão." Prause acredita que, a essa altura, a indústria farmacêutica tenha desistido de procurar uma pílula que resolva os problemas sexuais das mulheres. "O que tenho visto são startups tocadas individualmente por alguns cientistas com ideias mais inovadoras." A sua startup, a Liberos, ainda realiza pesquisas, mas recentemente a cientista voltou à UCLA. Da última vez em que esteve ligada à universidade, em meados dos anos 2010, ela começou a enfrentar dificuldade para continuar seus experimentos em psicofisiologia sexual quando um "senhor" que tinha bastante poder sobre a política de financiamento de pesquisa na instituição "parecia realmente incomodado" com o que ela se propunha a investigar. Segundo documentos disponíveis na página da FDA na Internet sobre um teste clínico, as mulheres que tomaram flibanserin relataram ter tido, em média, 4,4 experiências sexuais satisfatórias em um mês, contra 3,7 no grupo que consumiu o placebo.

  • Em Portugal, a disfunção sexual feminina afeta cerca de 40% das mulheres em algum momento da vida.
  • As queixas mais comuns são falta de desejo, dificuldade de excitação, dor durante a relação e dificuldade em atingir o orgasmo.
  • O vaginismo e a dispareunia são causas frequentes de dor sexual e exigem avaliação ginecológica especializada.
  • A menopausa cirúrgica ou natural pode reduzir os níveis de estrogénio e testosterona, afetando a resposta sexual.
  • Doenças crónicas como diabetes, hipertensão e depressão estão associadas a maior prevalência de disfunção sexual feminina.
  • O consumo excessivo de álcool e o tabagismo prejudicam a circulação e a função sexual também nas mulheres.
  • O stress, a fadiga e a privação de sono são fatores frequentemente subestimados nas queixas de baixo desejo.

Antes do início do estudo, essa média era de 2,7.

Fármaco Efeito secundário Frequência Gravidade
Flibanserina Sonolência diurna Muito comum Ligeira a moderada
Flibanserina Hipotensão com álcool Rara Grave
Bremelanotida Náuseas Muito comum Ligeira a moderada
Bremelanotida Rubor facial Comum Ligeira
Sildenafil tópico Irritação local Comum Ligeira

Segundo vários estudos médicos, pelo menos 40% das mulheres apresentariam diferentes graus de hipoatividade sexual.

O enigma do desejo feminino

Meninas não são encorajadas a explorar o próprio corpo e não têm a menor ideia do que está acontecendo lá embaixo - então muitas mulheres acabam dissociando o corpo da cabeça", diz a pesquisadora. "E a ideia de que você pode consertar isso com uma pílula é uma loucura, é não entender a complexidade do desejo sexual." Outras abordagens farmacológicas - como o Vyleesi, injeção de bremelanotida aprovado nos EUA em 2019 para mulheres em pré-menopausa com baixa libido - tampouco se mostraram frutíferas. Parte do fracasso pode ter relação com o fato de que o desejo tem uma dimensão psicológica relevante para as mulheres. É o que ajuda a explicar, por exemplo, porque a baixa libido as afeta mais que aos homens. Depressão, ansiedade, estresse, baixa autoestima, conflitos no relacionamento, vergonha do parceiro - tudo isso interfere mais no desejo feminino do que no masculino, pontua a professora Lori Brotto, da Universidade da Colúmbia Britânica.

7. Ginkgo biloba

"Os homens também se beneficiam dos efeitos dos níveis mais elevados de testosterona, que os permite sentir uma forma mais espontânea de desejo", ela acrescenta. O desejo espontâneo foi durante muito tempo a ideia pré-concebida do que era desejo: uma vontade que simplesmente aparece, como a fome ou a sede. As correntes mais modernas do estudo da sexualidade feminina têm investigado, contudo, o que chamam de desejo sexual responsivo, aquele que surge como consequência de um estímulo. Uma das cientistas que introduziu esse conceito no início dos anos 2000 foi a canadense Rosemary Basson. A pesquisadora também é autora da ideia da resposta sexual cíclica, que questiona o esquema da resposta sexual feminina como algo direto e linear - desejo, excitação, orgasmo e resolução. As propriedades afrodisíacas da molécula de flibanserin foram descobertas acidentalmente ao ser testada como antidepressivo.

A nova aposta nos antidepressivos

"Eu sempre amei a universidade, a ideia de ser cientista, de descobrir conhecimento - isso sempre teve mais apelo pra mim do que o mercado. Ele se aposentou, eu voltei", ela conta. Desta vez, ela tentou se colocar numa posição que considera mais segura. Está no departamento de Medicina, focada em áreas ligadas à sexualidade feminina, mas agora como estatística. "Eu brinco que ninguém precisa de um sexólogo, mas todo mundo precisa de um estatístico…" Depois de trabalhar com a pesquisa do viagra, Boolell se afastou dos testes clínicos relacionados à sexualidade.

3. DHEA

Passou por outras farmacêuticas na Suíça, França e Estados Unidos, mas em setores ligados às cardiopatias e à diabetes, suas áreas de expertise. No fim da conversa por telefone, a reportagem pergunta se ele acha que uma droga vai algum dia resolver os problemas sexuais das mulheres. "Seria triste se fosse uma pílula, né? Acho que somos mais do que isso." "As pessoas hoje querem uma pílula para tudo - para perder peso, resolver seus problemas sexuais. Mas o corpo é muito mais do que isso. O mesmo aconteceu com o Viagra (masculino), que estava destinado a ser um medicamento para combater a hipertensão.

Viagra: para que mais o sildenafil é usado para além da de?

Nós somos resultado de milhões de anos de evolução. O corpo humano é uma máquina incrível - e acreditar que uma pílula pode resolver todos os problemas é uma visão acanhada." Sabia que a BBC está também no Telegram? Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Este item inclui conteúdo extraído do Google YouTube. Pedimos sua autorização antes que algo seja carregado, pois comprar viagra lisboa eles podem estar utilizando cookies e outras tecnologias.

4. Tribulus terrestris

Você pode consultar a política de uso de cookies e os termos de privacidade do Google YouTube antes de concordar. Para acessar o conteúdo clique em "aceitar e continuar". A agência que regulamenta alimentos e medicamentos nos Estados Unidos, a Food and Drugs Administration (FDA), aprovou, esta terça-feira, um medicamento conhecido como o "viagra feminino". O medicamento flibanserin tem o objetivo de tratar a falta de desejo sexual nas mulheres. O "viagra feminino" é o primeiro medicamento destinado a aumentar a libido da mulher. A psicóloga Leonore Tiefer, da Universidade de Nova York e membro do Comitê de Consultas da FDA em 2010, explicou, naquele momento, que uma pílula desse tipo corria o risco de decepcionar um grande número de mulheres.

Substância Mecanismo de ação Fase de desenvolvimento Resultados preliminares
Flibanserina Modulador da serotonina e dopamina Aprovado em alguns países Aumento ligeiro do desejo em mulheres na pré-menopausa
Bremelanotida Ativador do recetor da melanocortina Aprovado nos EUA e Europa Melhoria do desejo com administração subcutânea
Sildenafil tópico Vasodilatação local Ensaios clínicos fase II Possível aumento da lubrificação e sensibilidade
Testosterona transdérmica Reposição hormonal Uso off-label em alguns contextos Eficaz em mulheres pós-menopáusicas com défice androgénico
Ocitocina intranasal Neuromodulador do vínculo e excitação Investigação experimental Dados limitados mas promissores

Para ela, a complexidade emocional da sexualidade feminina e os problemas derivados dessa condição não têm, com frequência, causas médicas.

  • Antes de considerar qualquer fármaco, é fundamental melhorar a higiene do sono, a atividade física e a gestão do stress.
  • O exercício aeróbico regular melhora a circulação pélvica e a imagem corporal, com impacto positivo na sexualidade.
  • A mindfulness e as técnicas de relaxamento mostraram eficácia na redução da ansiedade de desempenho sexual feminina.
  • O diálogo aberto com o parceiro sobre expectativas e preferências sexuais é uma intervenção de baixo custo e elevado benefício.
  • A leitura de literatura sexual informada e a educação sexual para adultos podem desfazer mitos prejudiciais.
  • Consultar um médico de família ou um ginecologista é o primeiro passo para qualquer queixa sexual persistente.
  • Nunca comprar “Viagra feminino” em lojas online ou ervanárias sem aconselhamento profissional, pois muitos produtos são falsificados.

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Dr. med. Fabienne Gretener

Werdegang

Januar 2024 bis heute
Oberärztin SenoMed AG
Schwerpunktsweiterbildung gynäkologische Senologia

März 2023 – Dezember 2023
Oberärztin, SenoMed AG Bern 20%

Januar 2023 – November 2023
Assistenzärztin Psychiatrie, Klinik Meissenberg Zug

Januar 2021 – November 2022
Assistenzärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Bürgerspital Solothurn

November 2019 – Oktober 2020
Assistenzärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Kantonsspital Aarau

Januar 2017 – Juli 2019
Assistenzärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Kantonsspital Olten

Paul Laszlo Bernhard

Werdegang

Jan 2024 bis heute
Facharzt SenoMed AG – Brustzentrum Bern Biel

Aug 2019 – Dez 2023
Oberarzt Frauenklinik und Brustzentrum Bürgerspital, Solothurn, Schwerpunktweiterbildung operative Ginecologia und Geburtshilfe sowie Senologia

Mai 2019 Facharzttitel Ginecologia & Geburtshilfe

Apr 2016 – Jul 2019
Arzt in Weiterbildung, Inselspital Bern, Universitätsklinik für Frauenheilkunde

Dez 2014 – Apr 2016
Arzt in Weiterbildung, Kantonsspital Baden

Sep 2012 – Sep 2014
Arzt in Weiterbildung, Universitätsklinikum Carl Gustav Carus, Dresden

Feb 2012 – Sep 2012
Arzt in Weiterbildung, Universitätsfrauenklinik Leipzig

Nov 2011 Approbation zum Arzt

2005 – 2011
Studium der Humanmedizin an der Charité, Universitätsmedizin Berlin

Dr. med. Patrizia Sager

Werdegang

Okt 2023 bis heute
Leiterin Weiterbildungsstätte gynäkologische Senologia

Feb 2018 – bis heute
Leiterin Brustzentrum Bern Biel
Clínicainhaberin SenoMed AG

Nov 2017 – bis heute
Belegärztin Salem-Spital Bern

Jan 2013 – Okt 2017
Leitung Senologia Brustzentrum Frauenklinik Universitätsspital Insel, Bern

Jan 2012 – Dez 2012
Oberärztin Ginecologia / Geburtshilfe, Frauenklinik Universitätsspital Insel, Bern

Nov 2010 – Dez 2011
Leitende Ärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Frauenklinik Rheinfelden (DE)

Nov 2009 – Okt 2010
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Jan 2009 – Okt 2009
Oberärztin i.V. Ginecologia und Geburtshilfe, Regionalspital Interlaken

Jun 2008 – Dez 2008
Assistenzärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Regionalspital Interlaken

Aug 2007 – Mai 2008
Assistenzärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Universitätsspital Zürich

Feb 2007 – Jun 2007
Oberärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Universitätsspital Groote Schuur, Kapstadt, Südafrika

Jan 2004 – Dez 2006
Assistenzärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Regionalspital Thun

Jan 2003 – Dez 2003
Assistenzärztin Chirurgie und Orthopädie, Regionalspital Thun

Schulen, Studium & Diplome

2023
Schwerpunkt gynäkologische Senologia

2014
Diplom Senologia SGGG

2013
Diplom Senologia: European Academy of Senology

2010
FMH Ginecologia und Geburtshilfe inkl. Schwerpunkt operative Ginecologia

2003
Promotion

2002
Staatsexamen in Humanmedizin

1996 – 2002
Humanmedizinstudium Universitätsspital Basel

Mitglied- und Partnerschaften

  • Schweizerische Gesellschaft für Ginecologia und Geburtshilfe SGGG
  • Schweizerische Gesellschaft für Senologia SGS
  • Mitglieder Arbeitsgemeinschaft Gynäkologische Onkologie AGO, Schweiz
  • European Academy of Senology EAoS
  • SAKK Project-Group breast cancer
  • Schweizerische Gesellschaft für Ultraschall in der Medizin SGUM
  • Verbindung der Schweizer Ärzte und Ärztinnen FMH
  • Society of women in senology SWIS
  • Vorstandsmitglied Ärztenetzwerk Bern