A farmacocinética descreve o que acontece ao medicamento no organismo: absorção, distribuição, metabolismo e eliminação. No caso da dapoxetina, os pontos mais relevantes incluem: Absorção: tende a ser relativamente rápida após toma oral. Concentração no organismo: a ação esperada surge tipicamente ao longo das horas seguintes à toma, uma vez que o medicamento precisa de atingir níveis eficazes. Eliminação: os metabolitos são eliminados sobretudo por via renal e/ou biliar (dependendo do perfil individual). Em pessoas com alterações hepáticas (função do fígado diminuída), a exposição ao medicamento pode aumentar, o que pode exigir restrições. Por isso, é importante seguir as orientações clínicas aplicáveis ao seu caso. O Priligy (dapoxetina) é indicado no tratamento de ejaculação precoce em homens adultos. A utilização visa ajudar a melhorar o controlo e a duração até à ejaculação durante a atividade sexual. A dapoxetina é frequentemente usada de forma “sob pedido”, ou seja, antes da relação sexual planeada. O momento exato deve seguir o esquema indicado pelo profissional de saúde para o seu caso. Regra prática comum (a ter em conta): Tomar antes da atividade sexual, respeitando o intervalo recomendado no seu plano individual. Planeie a dose para coincidir com o momento em que pretende ter relações. Em geral, muitas pessoas ajustam o timing conforme a experiência (por exemplo, testar qual o intervalo que melhor se adapta ao seu corpo), mantendo sempre a dose e as restrições definidas.

Farmacocinética: como o corpo absorve e elimina a dapoxetina

A ejaculação precoce é uma condição em que ocorre ejaculação com menor controlo do que o desejado, por vezes de forma persistente ou recorrente. Para muitas pessoas, isso pode gerar stress, ansiedade e impacto na vida sexual e na relação. O Priligy foi desenvolvido para ajudar a aumentar o controlo e alargar o tempo até à ejaculação, promovendo maior satisfação sexual. A dapoxetina é um inibidor seletivo da recaptação da serotonina. De forma simplificada, ao aumentar a disponibilidade de serotonina em determinados circuitos nervosos, pode contribuir para: Promover um tempo até à ejaculação mais longo em muitos homens. A alimentação pode influenciar a absorção e a velocidade com que o medicamento começa a atuar. Refeições muito pesadas ou ricas em gordura podem atrasar o início de ação em algumas pessoas. Se notar que o efeito é diferente quando toma após comer, é útil manter um padrão semelhante de refeições (sempre que tal seja apropriado para si), para uma avaliação mais consistente. Para maximizar a previsibilidade, procure tomar o medicamento de modo consistente em relação às refeições. Se tiver dúvidas sobre o seu regime alimentar e timing, confirme com o farmacêutico. O álcool pode aumentar efeitos adversos como tonturas, sonolência e alteração do raciocínio, e pode também afetar o desempenho sexual e o controlo. Além disso, pode aumentar o risco de eventos como desmaio em pessoas predispostas. Evite ou reduza ao mínimo a quantidade de álcool. Se optar por beber, faça-o com moderação e tenha especial atenção a sintomas como tonturas. Não conduza nem utilize máquinas se sentir sonolência, tonturas ou instabilidade. A dapoxetina pode interagir com outros fármacos, especialmente aqueles que afetam a serotonina ou o metabolismo hepático. Isso pode aumentar o risco de efeitos indesejados.

Como funciona o Priligy?

Se isso acontecer, evite conduzir e procure orientação caso persista. Se mudar o plano, respeite o intervalo e não exceda a frequência máxima. Em caso de dúvida sobre “tomar mais tarde” ou sobre a próxima dose, consulte um profissional de saúde. O Priligy é utilizado conforme a estratégia do doente (antes da atividade sexual, seguindo o esquema). Se pretende suspender, é aconselhável alinhar a decisão com o que está indicado no folheto e com orientação clínica se houver dúvidas. Medicamentos serotoninérgicos (por exemplo, outros antidepressivos ISRS/IRSN, inibidores da monoaminoxidase, alguns medicamentos para enxaqueca do tipo triptano, entre outros): podem aumentar o risco de síndrome serotoninérgica. Inibidores/indutores enzimáticos que afetam o metabolismo no fígado: podem aumentar ou reduzir os níveis de dapoxetina. Medicamentos que prolongam o intervalo QT ou que afetam a condução cardíaca: requer avaliação individual. Medicamentos com potencial para causar tontura: a combinação pode aumentar a probabilidade de instabilidade. Antes de iniciar ou ao tomar Priligy, é recomendável ter em mãos uma lista completa da medicação habitual (incluindo produtos “naturais” e suplementos) e confirmar possíveis interações com um profissional. O esquema de dose pode variar consoante a resposta individual, tolerabilidade e comorbilidades, especialmente relacionados com a função hepática e com a ocorrência de efeitos adversos. Em muitos casos, inicia-se com uma dose mais baixa para avaliar tolerância e efeito. Se necessário e se bem tolerado, pode haver ajuste para uma dose superior, conforme avaliação clínica. Nota importante: siga sempre o plano que lhe foi indicado. Não altere a dose por conta própria. Se falhar uma toma planeada, não compense com dose extra; aguarde a próxima ocasião prevista. A dapoxetina é geralmente utilizada antes da atividade sexual e não como uso contínuo ao longo do dia. Respeite o intervalo de tempo entre doses conforme a orientação clínica. Em caso de dúvida, confirme o limite diário recomendado no seu plano. Tal como qualquer medicamento, o Priligy pode causar efeitos adversos. A maioria tende a ser ligeira a moderada, sobretudo no início do tratamento, mas há situações em que deve procurar avaliação médica. Os efeitos mais frequentemente relatados podem incluir: : agitação intensa, confusão, febre, rigidez, tremor marcado, diarreia severa); Reações alérgicas (inchaço da face/lábios, falta de ar, urticária intensa); Batimentos cardíacos irregulares, dor no peito ou falta de ar inesperada. Doença hepática: o metabolismo da dapoxetina é sobretudo hepático; função do fígado reduzida pode exigir restrição. Histórico de desmaio ou predisposição a tonturas: é importante precaução, especialmente na fase inicial. Idade e comorbilidades: outras condições médicas e medicação concomitante podem alterar risco e tolerabilidade. Condução e máquinas: se sentir tonturas ou sonolência, evite conduzir. Para melhorar a experiência e reduzir ansiedade, pode ser útil seguir algumas estratégias simples: Use um “diário de efeito”: registe a hora da toma, refeições (antes/depois), efeitos e possíveis efeitos adversos. Mantenha consistência no timing e na alimentação, para que a resposta seja comparável entre tentativas. Evite mudanças bruscas na sua medicação habitual durante o período inicial, sem falar com um profissional. Considere o componente emocional: ansiedade e stress podem piorar o controlo; técnicas comportamentais (respiração, foco no ritmo, treino de controlo) podem complementar o tratamento. Não “force” a dose: se houver efeitos adversos, ajuste o plano com apoio clínico ao invés de insistir em doses mais altas. Algumas pessoas notam melhoria com as primeiras tentativas, mas a resposta pode variar.

Saúde Masculina (47)

Procure ajuda urgente se ocorrerem sinais graves como desmaio, reação alérgica, sintomas compatíveis com síndrome serotoninérgica ou sintomas que sugiram alterações cardíacas com mal-estar significativo. O Priligy (dapoxetina) pode ser uma opção para ajudar no tratamento da ejaculação precoce, sobretudo quando respeita o timing e o esquema recomendados, bem como as precauções relativas a interações, álcool e segurança. Se tiver dúvidas sobre compatibilidade com a sua medicação atual, procure aconselhamento com um profissional de saúde ou farmacêutico. O Priligy é um medicamento à base de dapoxetina, indicado para o tratamento da ejaculação precoce em homens adultos. A informação abaixo foi preparada para o ajudar a compreender como funciona, como costuma ser usado e quais os cuidados mais importantes. É comum avaliar o efeito ao longo de várias ocasiões, mantendo o timing e a dose conforme orientado. Se não houver melhoria suficiente ou se surgirem efeitos adversos relevantes, é importante reavaliar o plano terapêutico com um profissional de saúde. O “melhor” depende da sua situação (gravidade, preferências, comorbilidades, tolerância e medicação concomitante). Terapia comportamental (por exemplo, técnicas de controlo, exercícios e treino sexual): pode ser especialmente útil em combinação. Creme/gel anestésico (uso tópico, quando adequado): pode reduzir sensibilidade e melhorar controlo.

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Para segurança, recomenda-se moderação e atenção especial nas horas próximas da toma. Se sentir efeitos indesejados, evite álcool e não conduza. Interações relevantes podem ocorrer com medicamentos que aumentam serotonina e com fármacos que afetam o metabolismo hepático. Informe sempre a equipa de saúde sobre toda a medicação e suplementos. Alguns doentes podem sentir tonturas ou sonolência. Psicoterapia/aconselhamento: útil se ansiedade, medo de falhar ou dificuldades de comunicação forem fatores importantes. Outros tratamentos farmacológicos: podem ser considerados dependendo do contexto clínico e do perfil de risco. Em comparação, a dapoxetina é uma opção farmacológica com um perfil de uso “antes da relação” e foco no controlo do reflexo ejaculatorio. Ainda assim, o seu médico/farmacêutico pode ajudar a avaliar qual estratégia faz mais sentido para si. Em Portugal, medicamentos como a dapoxetina são disponibilizados em circuito regulado e devem cumprir requisitos de segurança, rotulagem e dispensa conforme aplicável. autorização e condições de comercialização do medicamento; estoque dos distribuidores e prazos de reposição; exigências legais para modelos de venda e identificação do doente. Ao comprar online, procure uma farmácia com funcionamento regular, informação completa do produto e entrega em território nacional, seguindo as regras vigentes. As recomendações clínicas para a ejaculação precoce e para o uso de medicamentos podem evoluir com novos dados de segurança e eficácia.



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Dr. med. Fabienne Gretener

Werdegang

Januar 2024 bis heute
Oberärztin SenoMed AG
Schwerpunktsweiterbildung gynäkologische Senologia

März 2023 – Dezember 2023
Oberärztin, SenoMed AG Bern 20%

Januar 2023 – November 2023
Assistenzärztin Psychiatrie, Klinik Meissenberg Zug

Januar 2021 – November 2022
Assistenzärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Bürgerspital Solothurn

November 2019 – Oktober 2020
Assistenzärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Kantonsspital Aarau

Januar 2017 – Juli 2019
Assistenzärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Kantonsspital Olten

Paul Laszlo Bernhard

Werdegang

Jan 2024 bis heute
Facharzt SenoMed AG – Brustzentrum Bern Biel

Aug 2019 – Dez 2023
Oberarzt Frauenklinik und Brustzentrum Bürgerspital, Solothurn, Schwerpunktweiterbildung operative Ginecologia und Geburtshilfe sowie Senologia

Mai 2019 Facharzttitel Ginecologia & Geburtshilfe

Apr 2016 – Jul 2019
Arzt in Weiterbildung, Inselspital Bern, Universitätsklinik für Frauenheilkunde

Dez 2014 – Apr 2016
Arzt in Weiterbildung, Kantonsspital Baden

Sep 2012 – Sep 2014
Arzt in Weiterbildung, Universitätsklinikum Carl Gustav Carus, Dresden

Feb 2012 – Sep 2012
Arzt in Weiterbildung, Universitätsfrauenklinik Leipzig

Nov 2011 Approbation zum Arzt

2005 – 2011
Studium der Humanmedizin an der Charité, Universitätsmedizin Berlin

Dr. med. Patrizia Sager

Werdegang

Okt 2023 bis heute
Leiterin Weiterbildungsstätte gynäkologische Senologia

Feb 2018 – bis heute
Leiterin Brustzentrum Bern Biel
Clínicainhaberin SenoMed AG

Nov 2017 – bis heute
Belegärztin Salem-Spital Bern

Jan 2013 – Okt 2017
Leitung Senologia Brustzentrum Frauenklinik Universitätsspital Insel, Bern

Jan 2012 – Dez 2012
Oberärztin Ginecologia / Geburtshilfe, Frauenklinik Universitätsspital Insel, Bern

Nov 2010 – Dez 2011
Leitende Ärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Frauenklinik Rheinfelden (DE)

Nov 2009 – Okt 2010
Oberärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Kantonsspital Liestal

Jan 2009 – Okt 2009
Oberärztin i.V. Ginecologia und Geburtshilfe, Regionalspital Interlaken

Jun 2008 – Dez 2008
Assistenzärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Regionalspital Interlaken

Aug 2007 – Mai 2008
Assistenzärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Universitätsspital Zürich

Feb 2007 – Jun 2007
Oberärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Universitätsspital Groote Schuur, Kapstadt, Südafrika

Jan 2004 – Dez 2006
Assistenzärztin Ginecologia und Geburtshilfe, Regionalspital Thun

Jan 2003 – Dez 2003
Assistenzärztin Chirurgie und Orthopädie, Regionalspital Thun

Schulen, Studium & Diplome

2023
Schwerpunkt gynäkologische Senologia

2014
Diplom Senologia SGGG

2013
Diplom Senologia: European Academy of Senology

2010
FMH Ginecologia und Geburtshilfe inkl. Schwerpunkt operative Ginecologia

2003
Promotion

2002
Staatsexamen in Humanmedizin

1996 – 2002
Humanmedizinstudium Universitätsspital Basel

Mitglied- und Partnerschaften

  • Schweizerische Gesellschaft für Ginecologia und Geburtshilfe SGGG
  • Schweizerische Gesellschaft für Senologia SGS
  • Mitglieder Arbeitsgemeinschaft Gynäkologische Onkologie AGO, Schweiz
  • European Academy of Senology EAoS
  • SAKK Project-Group breast cancer
  • Schweizerische Gesellschaft für Ultraschall in der Medizin SGUM
  • Verbindung der Schweizer Ärzte und Ärztinnen FMH
  • Society of women in senology SWIS
  • Vorstandsmitglied Ärztenetzwerk Bern