Actualmente, vendem-se mais de um milhão de caixas por ano, sem contar com as marcas concorrentes no mercado. Apesar das quebras, o Viagra, que já se tornou num clássico da disfunção eréctil, não deixa de proporcionar avultados lucros à Pfizer Inc.
| Medicamento | Efeito da interação | Recomendação |
|---|---|---|
| Nitratos (ex.: nitroglicerina) | Hipotensão perigosa | Não usar em conjunto |
| Alfa-bloqueantes | Queda de tensão | Separar tomas por 4 horas |
| Antibióticos (eritromicina) | Aumento dos níveis de sildenafil | Reduzir dose |
| Antifúngicos (cetoconazol) | Aumento do efeito | Reduzir dose |
| Inibidores da protease | Níveis elevados de sildenafil | Dose máxima de 25 mg |
A história e o mercado parecem demonstrar que não há comprimido como o primeiro. Globalmente, o sucesso do comprimido azul niagara mantém-se firme um quarto de século depois. Resta acrescentar que se trata do Viagra Esporte Club.
| Perfil do paciente | Dose inicial | Dose máxima | Frequência |
|---|---|---|---|
| Adulto saudável | 50 mg | 100 mg | 1 vez por dia |
| Idoso (>65 anos) | 25 mg | 50 mg | 1 vez por dia |
| Insuficiência renal | 25 mg | 50 mg | 1 vez por dia |
| Insuficiência hepática | 25 mg | 50 mg | 1 vez por dia |
| Em uso de outros medicamentos | 25 mg | 50 mg | 1 vez por dia |
E que esta vitória foi conquistada após prolongamento.
Qual inibidor da PDE5 escolher?
Os EUA permanecem ainda o maior consumidor de drogas para a disfunção eréctil no mundo, já ameaçados por um conjunto de países do Médio Oriente, liderados pela Arábia Saudita, seguidos pelo Egipto e os Emirados Árabes Unidos, que em conjunto gastam mais de 1,2 mil milhões de euros anuais nestes medicamentos. Nestes países, a faixa etária dos consumidores é surpreendentemente (ou não) baixa. Este tipo de fármacos tornou-se moda nos mais jovens e nos menos jovens também, não necessariamente associados à disfunção eréctil, mas como intensificador do desempenho sexual. Em Portugal, com a devidas proporções, faz-se o que se pode. No primeiro ano de mercado, 1999, venderam-se pouco mais de 100 mil caixas de Viagra, fruto dos preconceitos da praxe e das desconfianças em relação ao comprimido “milagroso”. (Autor escreve ao abrigo do antigo acordo ortográfico.) Viagra é um remédio indicado para o tratamento da disfunção erétil em homens, que é a dificuldade de obter ou manter uma ereção firme suficiente para uma relação sexual.
| Produto | Dosagem | Quantidade + Bónus | Preço | |
|---|---|---|---|---|
| Viagra Oral Jelly | 100mg | 10 saquetas | 46.36€ 44.15€ | |
| Viagra Oral Jelly | 100mg | 110 + 9 saquetas | 284.63€ 271.08€ | |
| Viagra Original | 100mg | 4 comprimidos | 40.94€ 38.99€ | |
| Viagra Soft Tabs | 100mg | 20 comprimidos | 62.99€ 59.99€ | |
| Viagra Soft Tabs | 100mg | 30 + 4 comprimidos | 83.06€ 79.10€ | |
| Viagra Original | 100mg | 8 comprimidos | 59.84€ 56.99€ | |
| Viagra Professional | 100mg | 120 + 4 comprimidos | 262.83€ 250.31€ | |
| Viagra Genérico | 25mg | 90 + 6 comprimidos | 105.03€ 100.03€ | |
| Viagra Genérico | 50mg | 30 + 4 comprimidos | 54.26€ 51.68€ | |
| Viagra Soft Tabs | 100mg | 90 + 6 comprimidos | 205.31€ 195.53€ | |
| Viagra Soft Tabs | 100mg | 120 + 8 comprimidos | 232.21€ 221.15€ | |
| Viagra Professional | 100mg | 30 comprimidos | 88.92€ 84.69€ | |
| Viagra Oral Jelly | 100mg | 220 + 18 saquetas | 562.28€ 535.50€ | |
| Viagra Original | 100mg | 12 comprimidos | 72.54€ 69.09€ | |
| Viagra Genérico | 200mg | 180 + 10 comprimidos | 277.56€ 264.34€ | |
| Viagra Original | 100mg | 48 + 4 comprimidos | 207.15€ 197.29€ | |
| Viagra Genérico | 50mg | 10 comprimidos | 26.87€ 25.59€ |
O princípio ativo do Viagra é o citrato de sildenafila, que atua relaxando os músculos dos vasos sanguíneos e aumentando o fluxo sanguíneo para o pênis, sendo necessário o estímulo sexual para que a ereção aconteça. Também conhecido como Viagra masculino, esse medicamento pode ser comprado em farmácias e drogarias, na forma de comprimidos em dosagens de 25, 50 e 100 mg, e deve ser usado somente com a recomendação e acompanhamento do urologista. O Viagra é um medicamento indicado para tratar a disfunção erétil em homens adultos. O tratamento com Viagra ajuda a melhorar a qualidade da ereção e a satisfação sexual do homem, e deve ser usado com indicação do urologista. O efeito imediato do Viagra masculino, na disfunção erétil, é favorecer a ereção do pênis, como resposta aos estímulos sexuais. Em média, o efeito do Viagra promove uma ereção é de 30 a 60 minutos, mas, em algumas pessoas esse efeito pode iniciar em cerca de 12 minutos. O Viagra, na disfunção erétil, funciona aumentando a circulação de sangue no pênis e favorecendo, assim, a ereção.
Transtorno de excitação sexual feminina e a promessa do Viagra
E, de início, a fama do paralelogramo mágico, não era a melhor, pois o imaginário popular, não o entendia como um medicamento certificado para a disfunção eréctil, mais como uma mézinha, da categoria da charlatanice. O sucesso do Viagra, porém, foi tão rápido quanto o seu efeito. Num ápice tornou-se num dos medicamentos mais vendidos a nível planetário. Em Ringaskiddy, essa lenda tornou-se poderosa, até se transformar num produto turístico, que os de lá vão alimentando com orgulho, pois há razões muito piores para uma localidade ficar no mapa. Sabe-se lá como, começou a correr a versão de que eram os fumos provenientes da fábrica de Viagra que causavam nos habitantes todos os efeitos descritos na bula.
Como funciona o Viagra
“Temos aqui há anos o fumo do amor. É claro que a Pfizer tinha uma palavra a dizer sobre isto. E, mesmo sem querer retirar méritos a tão pujante população, tão profícua em matéria de amor, tinham de esclarecer que tal não podia dever-se a qualquer tipo de fumo das suas chaminés. “O nosso processo de manufactura é altamente sofisticado e regulado”, afirmou um responsável da Pfizer Ireland Pharmaceuticals, acrescentando que o fumo, no seu ramo de indústria, não passa de uma mistificação, quase tão grande como a que nasceu, cresceu e, pelos vistos, perpetuou naquele lugar, que se diz afrodisíaco. Para sossego e gáudio dos orgulhosos vizinhos, restava salientar que, sem desejo sexual, qualquer fármaco da especialidade (actualmente, já são vários) perde eficácia.
Prevenção do murchamento das plantas
Já agora: Não havia uma explicação mais racional para esta ocorrência colectiva? Será que o acesso ao Viagra não terá espevitado o seu consumo nos habitantes, alguns deles trabalhadores da fábrica? Não seria mais fácil ceder a esta potente ficção do que reconhecer o estigma da disfunção sexual, o velho medo de o trazer à superfície? Não se sabe, nem se vai saber. O “boom” eréctil daquela localidade, na verdade, está em paralelo com a sua trajectória no mundo inteiro. No entanto, o estímulo sexual é importante para que o Viagra seja eficaz, pois esse remédio não causa uma ereção espontânea sem estímulo.
- É comum que homens com mais de 50 anos utilizem este medicamento, mas também pode ser prescrito a homens mais jovens.
- A disfunção erétil ocasional não significa necessariamente um problema crónico; muitos casos resolvem-se sem medicação.
- O uso regular de Viagra pode ajudar a quebrar o ciclo de ansiedade associado ao desempenho sexual.
- Alguns estudos sugerem que o sildenafil pode ter benefícios na função cardiovascular, mas tal não justifica o seu uso sem indicação médica.
O tadalafila é um medicamento indicado para tratar a disfunção erétil, a hipertensão pulmonar e os sintomas da hiperplasia prostática benigna.
Quando deve procurar ajuda mais rapidamente?
No decurso dos diversos testes científicos, descobriu-se em cobaias humanas que o efeito pretendido na angina era pouco mais do que residual. Nos exemplares do sexo masculino, saltava à vista um efeito, nessa altura colateral. Tudo indicava que a sildenafila actuava eficazmente na disfunção sexual. A Pfizer rapidamente reorientou o foco da investigação e o investimento para a produção de um fármaco próprio para a disfunção eréctil, território virgem na indústria farmacêutica. Apesar da incerteza dos números, a multinacional americana estava certa de um potencial avassalador.
Atente-se à falta de vitaminas
Posteriores ensaios clínicos em 3.700 homens, escolhidos aleatoriamente um pouco por todo o mundo, com idades compreendidas entre os 19 e os 87 anos, todos com problemas de disfunção eréctil pelas mais diversas causas, desde o prosaico sedentarismo, obesidade, historial de diabetes, aos casos mais complexos, decorrentes de cirurgias na próstata ou de traumas graves na coluna vertebral, confirmariam os melhores augúrios. Em 1996, a Pfizer registou a patente deste fármaco. A Food and Drug Administration americana aprovava o primeiro comprimido certificado para o tratamento da disfunção eréctil. Um pequeno passo para o homem na sua individualidade, mas um grande passo para a Humanidade. E, já agora, para os cofres da Pfizer.
Hipertensão pulmonar
Assim à primeira vista, segundo as mais modestas estimativas da gigante farmacêutica, acendia-se uma luz de esperança para mais de 100 milhões de homens neste mundo disfuncional. O Viagra começou a ser como deve tomar viagra comercializado no ano seguinte. Do ponto de vista do mercado farmacêutico, há um a.V e um d.V. No EUA as receitas deste medicamento numa semana foram superiores a qualquer outro no ano de 1999. Pouco mais de uma década depois, o Viagra já era comercializado em mais de 110 países, com lucros astronómicos. Além disso, este remédio tem um tempo de duração na ereção de até 36 horas.
Precisa de um médico?
Actualmente, o mercado global dos fármacos para a disfunção eréctil, que naturalmente decresceu durante a pandemia covid-19, voltou a atingir valores estratosféricos, representando para a indústria farmacêutica lucros que rondam 3,9 mil milhões de euros. Para simplificar: a cada nove segundos que passam, alguém toma um comprimido destes. Neste momento, a escolha já é alargada, sendo também democratizada com a produção de genéricos à escala mundial. Existem actualmente mais de 20 genéricos no mercado, sem contar com o mercado negro. O Viagra, que cumpre este ano o seu 25.º aniversário, continua a ser o maior sucesso da história da indústria farmacêutica.
Fenômeno de Raynaud
Uma verdadeira revolução social, que começou num acidente científico. No início dos anos 90 (século XX), a Pfizer, poderosa multinacional, com sede nos Estados Unidos da América, já tinha investido largos milhões de dólares para desenvolver um medicamento eficaz para a hipertensão arterial e para patologias cardiovasculares como a angina, as chamadas dores de peito, causadas pela diminuição do fluxo de sangue no coração. Os cientistas da Pfizer procuravam um “best-seller”, mas esbarraram em resultados desanimadores, acabando por tropeçar numa infinita jazida de ouro biofarmacêutico. Em 1992, depois de mais de dois anos de pesquisas e de um avultado investimento, a multinacional americana acabou por atirar a toalha dos milhões ao chão. Mas, lá ao fundo do túnel do insucesso, uma pequena centelha reluzia.
Preço subiu junto com o sucesso
Nem tudo estava perdido para a Pfizer e para a condição masculina, seja lá o que isso for. Os cientistas tinham detectado propriedades interessantes no “citrato de sildenafila” que, tudo indicava, demonstrava bons níveis de eficácia num dos segredos mais escondidos do planeta: a disfunção eréctil, que normalmente se define como incapacidade de um homem manter (ou ter) uma erecção o tempo q.b. para a actividade sexual dentro dos parâmetros considerados normais. Exactamente por isso, um estigma com impactos devastadores, mas sem estatística possível, que por inerência afectava não só os homens, como as relações, as famílias, as sociedades, numa espiral antropológica de proporções incalculáveis. A descoberta das propriedades da sildenafila não surgiram do nada. Já o Viagra é um remédio recomendado somente para a disfunção erétil. No entanto, o seu efeito na ereção é menor, podendo durar por 4 horas. O Viagra deve ser tomado por via oral, com um copo de água, e os comprimidos não devem ser partidos, abertos ou mastigados.
Usos médicos
Nos tempos que correm, o Viagra nunca vendeu tão pouco, mas as drogas para a disfunção eréctil nunca venderam tanto. Este aparente paradoxo tem a ver com dois factos que se relacionam. As vendas de Viagra começaram a descrescer a partir de 2013, altura em que expirou a patente da Pfizer para a utilização do sildenafil para a UE e para mercados relevantes, como o japonês. Em 2017, a Pfizer Inc. viu-se obrigada a um acordo num longo processo de patentes nos EUA, permitindo a comercialização de génerico do Viagra, o que afectou significativamente as suas margens de lucro do “diamante azul”, inversamente proporcional à expansão dos seus sucedâneos. O recomendado é tomar o comprimido do Viagra 1 hora antes da relação sexual, pois sua ação pode iniciar de 30 minutos a 1 hora após ser tomado, desde que se tenha estímulo sexual.
- O Viagra, cujo princípio ativo é o sildenafil, é um medicamento indicado para o tratamento da disfunção erétil.
- Atua relaxando os vasos sanguíneos do pénis, facilitando o fluxo de sangue necessário para obter e manter uma ereção.
- Não provoca excitação sexual por si só; é necessário estímulo sexual para que o efeito se manifeste.
- O efeito costuma surgir entre 30 a 60 minutos após a toma e pode durar até quatro horas.
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